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Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
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Sindicato dos Metroviários apresenta campanha nacional contra a privatização dos metrôs


Data: 17 de junho de 2016
Crédito: Assessoria de Imprensa
Fotos: Assessoria de Imprensa

Representantes do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul (Sindimetrô/RS) participaram de Grande Expediente, nesta quinta-feira (16), para apresentar aos vereadores canoenses a Campanha Nacional Contra Privatização dos Metrôs. A categoria alerta para os prejuízos aos usuários e funcionários no caso de uma possível privatização. O espaço para a explanação foi proposto pelo vereador Emilio Neto (PT).

O presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas, defendeu o transporte público de qualidade a um preço justo. Lembrou que o público que utiliza o trem como meio de transporte é formado principalmente por trabalhadores de baixa renda e estudantes. "Temos a segunda tarifa mais baixa do país", afirmou.

Segundo a categoria, um dos efeitos imediatos da privatização seria o aumento da tarifa, a exemplo do que acontece na cidade do Rio de Janeiro, que conta com um sistema de metrô privatizado. Enquanto lá a tarifa é de R$ 4,10 por viagem, a Trensurb mantém sua tarifa a R$1,70 na região metropolitana de Porto Alegre, com subsídios do governo federal. "O serviço de transporte é considerado essencial e deve permanecer público", enfatizou Chagas.

Outra consequência da privatização seria a queda na qualidade do atendimento. O vereador Emilio Neto salientou que a cidade de Canoas seria a cidade mais atingida. "É um transporte eficiente, rápido, barato, econômico e não poluente", argumentou. Também integraram a mesa dos trabalhos: o diretor do Sindimetrô/RS Clóvis Pinheiro e Janaína Carvalho, membro da entidade. O Grande Expediente foi acompanhado por diretores do sindicato e funcionários da Trensurb.




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