Projeto aprovado nesta quinta-feira (04) institui no calendário oficial de Canoas o Dia Municipal da Bocha, a ser comemorado anualmente em 9 de setembro. De autoria do vereador Paulinho de Odé (PT), a proposta buscar dar maior visibilidade ao esporte e auxiliar na promoção da qualidade de vida da população. Antes da votação, Grande Expediente prestou homenagem à Associação dos Jogadores de Bocha na Modalidade da Regra Mundial em Canoas (Assobocha) pelas conquistas em recentes competições.
A justificativa do projeto lembra a origem da Bocha e o fato de o esporte ter chegado ao Rio Grande do Sul pelas mãos de imigrantes italianos. “Desde então o esporte vem sendo praticado em clubes, centros comunitários, empresas, sindicatos, paróquias, praças, praias e CTGs, organizando jovens, homens, mulheres e veteranos na prática esportiva. Os atletas paraolímpicos têm a bocha de forma tão consolidada que o esporte compõe a lista das modalidades disputadas nas Paraolimpíadas”, diz o texto.
Segundo Odé, a data escolhida faz referência ao dia da conquista do maior título já obtido por uma delegação canoense numa competição internacional: o vicecampeonato no Campeonato Internacional de Trios, realizado no Peru, conquistado pela equipe do Clube La Salle de Canoas, em 9 de setembro de 2012. “Essa é uma data que fica com certeza marcada na história da Bocha em Canoas”, afirma.
Promovido por Paulinho de Odé, o Grande Expediente reuniu os membros da Assobocha em uma homenagem às recentes conquistas de seus membros em competições do esporte. O reconhecimento foi recebido pelo presidente da associação, Elton Tadeu Scherer, e pelo vice-campeão mundial de Trio de Bocha, Ari Luís Favero Dal Bem.
O vereador ressaltou que a homenagem deveria ser estendida a todos os praticantes e admiradores da Bocha e a todas as entidades ligadas ao esporte no município. De acordo com o presidente da Assobocha, existem em torno de 65 mil participantes credenciados e 1.100 entidades filiadas na Confederação Nacional de Bocha. “O Rio Grande do Sul é o primeiro estado na prática da Bocha, ela só perde para o futebol”, salientou. Já Dal Bem destacou o caráter agregador do esporte. “É um esporte que não discrimina, temos desde crianças de 5 anos a adultos de 95 anos”, ponderou
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